Os resultados foram de ótimo para cima

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Me interessei pela dieta paleo e pela redução de carboidratos por volta de 2015 mas só me dispus a implementar corretamente no início de 2017, com coaching do Hilton. Para mim foram de grande benefício devido aos efeitos colaterais conhecidos pelo longo tempo de consumo de alimentos derivados do trigo. 
Após resultados positivos, como redução de peso (apesar de nunca ter sido gordo: meço 1,93m e peso agora 84kg), desaparecimento de dores nos joelhos e maior tempo de saciedade, quis avançar mais. Antes de passar para outros estágios, estava ansioso para ver os resultados dos exames médicos detalhados. Quando fui à consulta os resultados foram de ótimo para cima: de glicemia a colesterol, zero problemas.
Animado com os resultados e com desejo de evolução, conjugado com minha prática de meditação (jejum é geralmente positivo), soube, também pelo Hilton, do jejum intermitente e fiquei muito interessado.

Comecei a praticar devagar, 1x por semana comendo 2x ao dia e ficando 16h em jejum, para me acostumar. Após 1 mês, fiz jejum de 24hs e me senti bem. Comecei a aumentar a frequência, para 3x por semana em 1 mês e, na primeira semana de janeiro/2018 realizei 2 jejuns 24/0 e meu 1o. 48/0.

Foi um desafio, pois o costume do alimento me fez sentir um pouco tonto e lerdo na metade do segundo dia, mas persisti e estes efeitos negativos passaram no final da tarde. Dormi sem problemas e acordei bem, sem fome. Como estou avançando devagar, me ative à disciplina e tomei um super café da manhã no final do 2o. dia de jejum (o final das 48h foi de manhã), com 2 ovos, tapioca com queijo e presunto, mais queijo, café c/ leite e até um pedaço de pão com azeitona + chocolate – saí da linha nesta parte :).

Fiquei sem nenhuma vontade de comer ao longo dia, mas como houve evento familiar no final do dia, comi para acompanhar o pessoal. Vou continuar e aumentar os períodos de jejum aos poucos, pois vejo com bons olhos a prática: você sente o corpo mudando.

Como ganhos, cito a óbvia redução de peso, controle do desejo de comer (em vista da necessidade real), ganho de tempo para realizar outras atividades e maior atenção e perspicácia para resolver problemas na execução de tarefas ou lidar com problemas.

O 1o. ponto negativo é reclamação da família em relação a não comer com eles durante todas as refeições e o 2o. é a crítica da maioria das pessoas: “se você não comer, entrará em colapso”.

Quanto ao 1o. ponto, fico com eles à mesa e alguns dias realmente como junto; mas procuro estar à mesa pois o ato de comer é também um ato de socialização – mesmo que eu não coma.

Quanto ao 2o. ponto, para mim e para a ciência mais recente, simplesmente não é verdade 😀

Eduardo

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