7 meses de maromba

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Esse mês, completo 7 meses de maromba. Quisera ter começado antes…
O fato é que esperei já ter perdido 12kg, para só então resolver tirar a bunda da cadeira e suar um pouco. Comecei timidamente, fazendo 3 flexões de braço por dia (não queria estressar o ombro operado) e brincando com a bola de areia. Com poucas semanas, já me sentia mais forte e fui intensificando o treino.
Agora, pela primeira vez na vida, consigo fazer 50 flexões de braço seguidas (não é todo dia – hoje mesmo, não consegui). Os treinos são sempre intensos e curtos, intercalando exercícios – flexões, pull-ups (barras), dips (mergulho nas paralelas), agachamentos (isométricos ou não), pranchas, abdominais com e sem peso, rosca, remada, arremesso de medball – e variados. Dificilmente repito um treino igualzinho por dois dias consecutivos. 
Provavelmente não é a maneira mais eficiente de malhar – não tenho conhecimento formal de educação física – mas certamente é a maneira que me agrada e me faz QUERER o exercício todo dia. E se tem uma coisa que eu nunca QUIS, no sentido de “extrair prazer de”, é malhar. Sempre tive nojinho de academias, suas músicas bate-estaca altas e cheiro de suor no ar. A minha praia era correr em espaço aberto, natação e capoeira – mas posso dizer, sem dúvida alguma, que nunca me senti tão bem com a minha aparência e nem estive tão bem condicionado quanto estou agora. Nem quando treinava capoeira 6 vezes por semana, corria 3 e nadava 2.
Ter adotado uma alimentação “que funciona” fez toda a diferença na quantidade que preciso comer para me sentir saciado e manter a forma. Nunca me forço a passar fome: como até estar satisfeito, sempre comida de verdade. E como quantas vezes quiser, ao longo do dia – é bem verdade que a fome quase não aparece, quando se come alimentos nutricionalmente densos. Nos últimos 3 meses, faço 2 refeições por dia: almoço e jantar. Nos intervalos, água…
Para fechar o post, deixo fotos de antes, imediatamente após começar a malhar, e atualmente. Tenho consciência de que com o tipo de treino que faço, nunca vou virar um bombadão – e nem quero. O plano é continuar um rato seco – mas um rato seco e forte 🙂
Em setembro/13, quando comecei a malhar, já apareciam alguns dos músculos retos abdominais – herança de 15 anos de capoeira, a 600 abdominais por dia no auge – mas estavam fracos feito um pardal com asma. 
Então não achem que foi mágica eles aparecerem não – já estavam lá, enterrados sob 12kg de gordura. O que fiz foi pô-los à mostra e tratar de deixá-los fortes de novo. O plano agora é acabar com as últimas reservas de gordura sobre o último segmento dos retos abdominais – mas vou te falar… está complicado esse finalzinho.

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