O método

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Quando me decidi por comer somente comida de verdade, bateu o medão do desconhecido. Tendo sido doutrinado para acreditar que a gordura me mataria, roubaria o meu carro e rasgaria as minhas revistas em quadrinhos, tive 36 pés atrás antes de embarcar.
Mas a curiosidade que mata gato também é a que nos faz andar para a frente, então propus o seguinte método: eu iria fazer exames sanguíneos antes de começar, e depois repetí-los ao final de 2 meses. Se o colesterol tivesse subido, era fim de jogo e pronto.
Além disso, acompanharia o meu peso diariamente. Todos os fóruns sobre LCHF/paleo que consultei na época diziam para não fazer isso, para não causar desânimos – é normal ter períodos de platô, nos quais o peso simplesmente fica estagnado. Ignorei os conselhos, e me pesei diariamente (faço isso até hoje). Cada “peso oficial” é calculado tomando-se a média de 3 pesagens consecutivas em uma balança digital. 
O resultado ia para uma planilha que traçava um gráfico mostrando a curva de peso “real”, uma reta ajustada (cuja inclinação indica exatamente a taxa de queda no peso). A foto da planilha para hoje, 25/09/2013, está abaixo:
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Perceba que no final de agosto/2013, o peso deu uma crescida. Isso foi devido a uma sinusite que me levou a tomar prednisolona – corticóide conhecido por causar retenção de líquidos. Foi só parar de tomar, e o peso voltou a cair.

A partir de 05/setembro, cheguei ao meu peso-alvo (62-63kg), e aumentei um pouco a ingesta de carboidratos – mais frutas, principalmente. Com isso, estabilizei o meu peso – vou continuar monitorando e fazendo os exames periodicamente, mas não espero grandes mudanças em nenhum deles…

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