Chegou a minha vez de conquistar minha auto-confiança

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Desde a minha adolescência tenho problemas com a balança… Aos 15 anos já percebia que engordava com muita facilidade. Na minha família o biótipo mais avantajado sempre foi muito comum, estava dentro da normalidade ser “grande”. Sempre ouvindo apelidos “carinhosos” – na época não se usava a palavra bullying – como “fortinha” e “cheinha”, dentre outros. Sabia que minha auto-estima era baixa… na verdade não sabia explicar bem o porquê, mas sentia isso. Como estava acostumada a me sentir assim, achava meio que normal, e carreguei isso para a vida adulta – como quem carrega uma mochila nas costas e nem percebe o quão pesada está. 
Aí veio a época da faculdade, morar sozinha, comer pizza, hambúguer, cachorro-quente. E comer todos esses tipos de porcaria todos os dias era a coisa mais normal… enquanto as frustrações só aumentavam.
Um belo dia a minha ficha caiu, e vi que eu precisava mudar algo para me sentir melhor. Mas o que fazer? 
Foi aí, depois de altos e baixos, dietas de 3 em 3 horas, efeitos sanfona, que comecei a pesquisar na internet e descobri o Dr. Souto – onde aprendi e comecei a entender meus hábitos. 
Comia carboidratos (principalmente os refinados) em quase todas as refeições, tomava refrigerantes, cerveja pelo menos umas 3 vezes por semana, sempre me sentia cansada, com muiiita preguiça e um mau-humor infinito. Meus finais de semana eram passar horas estirada no sofá, depois de devorar aquela macarronada.
Não é pra menos ir engordando cada vez mais, né?
No processo de mudança procurei todas as informações disponíveis! Assisti as palestras do Dr. Souto e lia seus artigos. E lendo um artigo no blog, encontrei o livro “Porque Engordamos”.
Aí sim, fui encontrando a mudança que me ajudou a alcançar meus objetivos; comecei a compreender o que era FOME e a famosa frase “SEM FOME, NÃO COME”. Seguir o Instagram da Lara Nesteruk e da Djulye Marquato, nutricionistas SENSACIONAIS, mudou a minha forma de pensar – e até de reconhecer uma reação natural do nosso corpo, a bendita FOME: todo mundo ouve falar dela, mas hoje em dia ninguém a sente mais. E com o JEJUM INTERMITENTE, aprendi realmente a diferenciar a fome da vontade de comer (essa vem a toda hora, por sinal). 
E com tantas informações na mão, BINGO! Chegou a minha vez de conquistar minha auto-confiança, CHEGOU A MINHA VEZ! Vou lutar para me livrar dos meus quilos em excesso.
Além da alimentação fiquei assídua na academia. Amoooo esportes e musculação! Minha rotina de treino é bem intensa: jogo vôlei (umas 4 horas por semana) e musculação 3 vezes por semana. O exercício me renova e me ajuda a me manter firme na busca do meu NOVO EU, MINHA MELHOR VERSÃO!
E como esse processo mudou minha vida, pensei: essas informações não podem ficar só comigo! Tenho que repassar isso. O mundo tem que saber disso! Um dos maiores especialistas sobre o Jejum Intermitente, o Dr. Jason Fung, tem sido minha inspiração e guia para os conteúdos postados no blog, no Instagram e outras redes sociais. Como sou formada em Arquitetura, tento ilustrar e sintetizar de uma forma que o assunto fique de fácil compreensão e acessível a todos.
E no futuro, com uma formação na área da saúde – psicologia –, pretendo trabalhar com o público da obesidade e seus efeitos.
Algumas fotos da minha evolução:
28 anos, 74kg

À esquerda: 36 anos, 53kg 
À direita: 28 anos, 74kg

Flávia

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