Low-carb, paleo sem laticínios, adeus metformina, adeus kg a mais, adeus doença.

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Nem sei se essa história importa tanto, mas é a que tenho e é a que muitas mulheres com SOP passam por aí.
Nunca foi obeeeesa, mas desde meus 20 e poucos anos minha SOP começou a incomodar de verdade, até culminar num diagnóstico de infertilidade aos 28 anos. 
Ovários imensos, cheios de cistos, acne, hormônios loucos e menstruação igualmente louca variando de 20 a 90 dias de intervalo. Depois de peregrinar por trocentos médicos, veio o martírio: pílula pra “controlar” e eu buscando alguém que entendesse de verdade. 
Uma endocrinologista resolveu testar a metformina. Com 6 meses os ovários começaram a diminuir. Em 1 ano engravidei. E perdi. Volta pra pílula mais tempo. Sai da pílula. Engravido novamente. Gravidez normal, fora os 17kg mais. 
Eu comia frutas demais, pão integral, queijo minas e “todas as coisas normais de dieta padrão” para não engordar tanto. Eu não sabia como aquilo me fazia mal. E a coisa foi piorando. 
Eu não sabia o que realmente tinha. Ninguém nunca havia me explicado. 
Depois que minha filha nasceu, acabei forçando o desmame aos 8 meses para voltar a tomar a metformina – afinal era a única coisa que eu achava que fazia o peso controlar-se um pouco. Só que a essa altura eu já estava quase no peso com que entrei na maternidade: 15kg acima. 
Eu detestava a ideia de me ver presa a qualquer tipo de medicamento aos 30 e poucos anos. Aquilo me incomodava. E pensava em como estaria aos 50, 60. Comecei a estudar a SOP e cheguei ao Dr. Souto e ao modo como a ciência estava observando tudo isso. O resto vocês podem imaginar. 
Low-carb, paleo sem laticínios, adeus metformina, adeus kg a mais, adeus doença. 
E hoje tô aqui.
Maria Raquel

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