Orgulho do papai

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Uns meses atrás, pedi a um amigo que trouxesse dos EUA um cortador de vegetais em espiral. Serve para fazer “molinhas” e “macarrão” de legumes (principalmente abobrinha, cenoura e beterraba), e deu vida nova às minhas refeições: antes dele, os meus vegetais eram em geral cozidos – tenho uma preguiça enorme de ficar ralando, e é muito mais fácil picar e cozinhar.
Cortador em espiral: grande aquisição!

No início, achei que a minha filha fosse estranhar os legumes crus, mas ela achou ótimo 🙂 É realmente triste ver como os preconceitos de que “criança não gosta de comer vegetais” ficam entranhados na nossa cabeça: veja bem, ela adorava legumes cozidos (e algumas vezes chegou a fazer birra porque o alface tinha acabado), e ainda assim eu tive receio dela não gostar de cenoura crua.
Pois é, lêdo engano. Ontem pela manhã, eu estava fazendo “molinhas” de cenoura para o almoço, e ela me pediu um pedaço. Aí, na saída para a escola, falou: “papai, amanhã eu quero levar salada para o lanche”. Pense num orgulho! Eu sempre mando ovo, bacon, frios e frutas (embora também mande alguns biscoitos industrializados para não deixá-la estressada e nem “filando” dos coleguinhas), mas hoje pela primeira vez foi uma saladinha: molinhas de pepino e cenoura, chuchu cozido e um belo omelete feito com manteiga – além de maçã, suco de abacaxi natural, iogurte e biscoitos de chocolate (os dois últimos, infelizmente, industrializados…)
Vamos ver se ela vai dar cabo de tudo! (Mas ainda que não dê, fiquei feliz só pelo pedido)
A saladinha de hoje

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