O chá que a vovó não bebe

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No fim-de-semana passado, aconteceu o encontro anual da minha turma de faculdade (comemorando os 17 anos de formados). Eu já estava sem tomar cerveja fazia 1 ano, e decidi continuar sem a cevada na minha vida. 
Para não ficar sem beber nada, resolvi improvisar (é claro que podia ter escolhido vinho, mas quis mudar de ares): me lembrei de quando morava em Manaus, e experimentei a combinação de Blavod e chá Lipton’s de limão. A proporção era geralmente 2:1, e servida com muito gelo – o que dava uma bebida com uns 25% de álcool: mais que suficiente.
Como não tinha Blavod à mão, e o Lipton’s tem uma tonelada de açúcar, optei por usar Johnny Walker (tinha um Red Label dando sopa na despensa faz alguns anos) e chá mate com um pouco de adoçante.
Usei 1 parte de scotch (500ml) para 3 partes de chá (1500ml), adocei a gosto e deixei gelar. A bebida resultante ficou com aproximadamente 10% de álcool – mais fraca que vinho, mais forte que a maioria das cervejas nacionais – e satisfez. 
Tomei os 2 litros ao longo de umas 12 horas de festa, e tive ZERO ressaca no dia seguinte. É claro que, além da bebida ser mais fraca, eu segui várias das regras paleo para festas (muita água, muita comida de verdade, algumas nadadas na piscina aquecida e na lagoa semi-congelante).
Para o futuro, planejo fazer mais testes usando outros destilados (vodca e cachaça) e outros chás (hortelã, limão, capim-limão, capim-cidreira, camomila, etc). 
Vejamos se funciona 😉

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