Dr. Peter Attia fala sobre performance com muito pouco carboidrato

227
Artigo traduzido por Hilton Sousa. O original está aqui.
por Kris Gunnars

O Dr. Peter Attia é um médico, bem como um blogueiro popular e um dos fundadores da Iniciativa de Ciência da Nutrição (NuSi).
Peter é um atleta de resistência, e tem uma vida inteira de interesse por saúde e nutrição.
Até uns poucos anos atrás, ele costumava acreditar na velha sabedoria convencional da alimentação rica em carboidratos e pobre em gorduras para sustentar performance atlética de pico.
Ao longo dos anos, apesar de quantidades maciças de exercício e de comer uma dieta que era “perfeita” pelos padrões convencionais, a coisa começou a dar errado.
Ele deixou de ser magro, tornou-se obeso e começou a apresentar sintomas de disfunção metabólica: triglérides altos, HDL baixo, etc.
No vídeo abaixo (N.T.: sem legendas, por enquanto :-), Peter é entrevistado pelo Dr. Andreas Eenfeldt.
Ele delineia a história de como fez a transição de uma dieta “convencional” rica em carboidratos para uma dieta low-carb, rica em gordura, moderada em proteínas, cetogênica – enquanto melhorou drasticamente sua saúde e as performances física e mental.
  • Em uma dieta cetogênica, low-carb, os carboidratos precisam ser restritos, mas consumir proteína demais também pode causar problemas.
  • Proteína em excesso pode ser transformada em glicose, e restringir a proteína pode ser necessário para entrar em cetose nutricional
  • Sódio adicionado pode aliviar muitos dos possíveis efeitos colaterais (tonturas, performance física, etc) de uma dieta cetogênica low-carb.
  • Indivíduos devidamente cetoadaptados frequentemente reportam função cerebral melhorada
  • Atletas bem adaptados à cetose podem acessar facilmente a gordura corporal armazenada, o que pode levar a notável performance de resistência
  • Low-carb pode não ser apropriada para atletas que funcionam anaerobicamente – velocistas, levantadores de peso, etc.

Recomendado para você: