Malika, mãe de 3

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real life stories stories 1Artigo traduzido por Hilton Sousa. O original está aqui.

Depois de ler mais uma meia-dúzia de casos de sucesso, decidi que esta noite eu submeteria o meu62900 151315324905922 103380206366101 217821 7523101 n

Bem agora, enquanto digito isso, acabei de baixar fotos que tirei em Miami e quase não posso acreditar que sou EU… e é tudo graças a VOCÊ e à nossa pequena comunidade aqui!

Eu consigo ver músculos que julgava estarem perdidos para sempre e um número de manequim que nunca julgaria possível após ter 3 filhos e começar a acreditar que teria que ter a aparência de “mamãe gordinha” para sempre.


Frustrada com meus resultados após fazer uma rodada de um programa de malhação doméstico de 90 dias que prega a “confusão muscular” (vocês devem estar familiarizados com ele de uma vida passada), eu descobri que o problema tinha que ser a minha alimentação.

Eu não tinha uma balança quando iniciei o tal programa, mas ao final dele eu pesava 68.5kg.


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Aquilo me levou a explorar alimentação low-carb de acordo com o índice glicêmico.

Após cerca de 2 meses tendo trocado todos os meus carbs marrons e brancos por feijão (eu sei, eu sei :-), me perguntaram se eu já tinha ouvido falar do Primal Blueprint.

Eu comprei o livro e também o livro de receitas quase imediatamente. Isso foi em 1o de maio de 2010. Foi um curso maciço de educação nutricional, e eu levei meu marido e 3 filhos na jornada comigo!

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Sim, tivemos uma briga enorme sobre a mudança rápida na nossa dieta que obviamente levou a um aumento no orçamento da comida, mas pós uma semana comendo bacon sem cura, linguiça e ovos de verdade de uma fazenda próxima… Não havia mais nada com o qual argumentar. Quer dizer, que americano que tem sangue nas veias iria gritar por macarrão integral ao invés de espinafre, tomate e cebola frita na gordura de bacon, com um pedaço enorme de costela ?
Eu não tinha outras mazelas que buscava resolver a não ser perder gordura abdominal para evitar a diabetes. Já estava chegando à idade, 32, na qual meu pai fora diagnosticado com diabetes após uma dieta caribenha RICA em arroz e feijão. Ela o deixou cego, o que tirou muito da sua independência, e impactou sua auto-estima bem como seu estilo de vida.
A diabetes também afetou minha avó (tomou sua vida 2 anos atrás), tia, tio, dois primos e vai continuar a pegar o resto da minha família que se recusa a buscar mudanças ou adotar uma vida sem grãos.
Eu estou determinada a remover essa doença da minha descendência.
Meu marido, entretanto, parece ter se recuperado de sua SII (Síndrome do Intestino Irritável) completamente não-diagnosticada e me agradece pelo menos uma vez na semana por seu novo “tanquinho” descoberto.
Também, os meus dois filhos mais velhos (10 e 8 anos) também emagreceram de 62 para 49kg e de 50 para 38kg, respectivamente.

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As coisas tem ido tão bem que criamos uma comunidade para ajudar mulheres e famílias a fazer a transição para uma vida primal!

Malika

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