Carboidratos mortais: a ligação letal câncer/açúcar

Artigo traduzido por Juliana Whately. O original está aqui.

por Stephanie Martinson

Um novo estudo mostra o que os pesquisadores suspeitavam há anos – o consumo de carboidratosaumenta drasticamente o risco de um tipo comum de câncer de mama, uma espécie que é notoriamente difícil de tratar.

O estudo, publicado no início deste ano no Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, revelou que as mulheres na pós-menopausa tratadas de câncer de mama eram:

  • Duas vezes mais propensas a ter recidiva, se sua ingestão de carboidratos permaneceu estável ou aumentou após a cirurgia,
  • 70% mais propensas a ter uma recidiva, se os seus tumores foram positivos para "fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1", ou IGF-1 (o IGF-1 aumenta em resposta à ingestão excessiva de carboidratos),
  • Probabilidade de ter um aumento 5 vezes maior no risco de recorrência se tivessem a combinação de um tumor positivo ao receptor de IGF-1 mais um consumo de carboidratos estável ou aumentado

Enquanto o estudo se concentrou na redução da recorrência de cânceres futuros, ele teve enormes implicações para as mulheres que ainda não tiveram câncer de mama, e por esse motivo, para todos os interessados na prevenção de cânceres no futuro.


Uma poderosa forma de reduzir o risco de câncer é ter controle da sua ingestão de carboidratos refinados, níveis de IGF-1 e de insulina.2 No entanto, apesar dos riscos conhecidos do excesso de ingestão de carboidratos (obesidade, câncer e doença vascular), cortar carboidratos pode ser um desafio para a maioria das pessoas.

Este artigo investiga as conexões entre a ingestão de carboidratos e risco de câncer de mama. Em seguida, explora os dados recentes que mostram como consumir e absorver muitos carboidratos está associado a elevações de IGF-1, o que aumenta o risco de recorrência do câncer de mama. E conclui com soluções reais para ajudar a atenuar o impacto negativo da ingestão excessiva de carboidratos.

A ligação câncer de mama/carboidratos


Há um crescente interesse entre a comunidade científica na relação entre o consumo de carboidratos e câncer, com um foco especial sobre o câncer de mama.

As dietas ricas em carboidratos facilmente digeridos (como os encontrados na maioria dos alimentos processados) estão associados com maior risco de câncer. Mulheres que consomem grandes quantidades de alimentos com alto índice glicêmico (a taxa em que os carboidratos elevam os níveis de açúcar no sangue) têm um risco aumentado de câncer de mama em 57%, enquanto que aquelas que comem alimentos com alta carga glicêmica (um produto do índice glicêmico e do conteúdo total de carboidrato disponível de um alimento) têm um aumento de 153% no risco.3

Este risco aumentado foi especificamente identificado em pessoas que estão com sobrepeso ou obesas. As mulheres com sobrepeso, por exemplo, são 35% mais propensas a ter câncer de mama se elas comem uma grande quantidade de alimentos com alto índice glicêmico.4 Mulheres asiáticas, cuja fonte de carboidrato primário é arroz branco, são 19% mais propensas a desenvolver câncer de mama a cada 100 g de incremento na sua ingestão de arroz por dia. Mas aquelas que comem arroz integral, um amido de digestão mais lenta, são 24% menos propensas a desenvolver câncer de mama com cada incremento de 100 gramas de arroz consumido por dia.5 Quando os níveis de glicose ficam tão altos que elas entram na faixa da diabetes, o risco do câncer da mama aumenta duas vezes em mulheres na pós-menopausa com níveis normais de açúcar.6

Além de aumentar o risco de desenvolver câncer de mama em mulheres pós-menopáusicas, a carga glicêmica e consumo total de carboidratos também estão associados com os piores tipos de câncer de mama, a saber, aqueles com falta de receptores para mama moléculas de estrogênio e progesterona.7 Cânceres de mama triplo negativos – em que as células do câncer não contêm receptores para estrógeno, progesterona ou HER2 – não podem ser tratados com tratamentos que se opõem às ações hormonais. Isso deixa as pacientes a sofrer com as opções de tratamento mais mortais, e muitas vezes menos eficazes, diminuindo assim as taxas de sobrevivência substancialmente.8

Por outro lado, o Nurses’ Health Study (N.T.: Estudo de Saúde das Enfermeiras), um grande projeto de pesquisa em mulheres com foco em saúde, demonstrou que as mulheres que seguiram uma dieta rica em vegetais e pobre em carboidratos tiveram 19% menos probabilidade de desenvolver câncer de mama de receptor de estrogênio negativo.9

Carboidratos e Risco de Câncer


Há um problema maior com alto consumo de carboidratos, mesmo quando os níveis de açúcar no sangue não sobem.

As dietas ricas em carboidrato produzem elevações crônicas de insulina com o corpo tentando lidar com o excesso de açúcar.4 A glicação da proteína causada por excesso de glicose também contribui para a resistência à insulina, aumentando os níveis de glicose no sangue e, potencialmente, os níveis de insulina, como resultado.10 Como a insulina é um fator de crescimento, níveis elevados de insulina representam uma ameaça potencial de câncer de mama porque parecem estimular as células de câncer de mama a  crescerem e se reproduzirem.11

Estudos revelam agora um outro perigo – que vai além de glicação e níveis de insulina – o que aumenta o risco de câncer de mama na mulher em relação à sua ingestão de carboidratos.

Este perigo é representado por um fator de crescimento tão estreitamente relacionado com a insulina que é chamado de "fator-1 de crescimento semelhante à insulina", ou IGF-1. O IGF-1 parece agora ser o culpado que liga a ingestão de alto teor de carboidratos aos riscos de câncer em todo o corpo, mas com especial relevância para o de mama e, possivelmente, de próstata.1, 12


O QUE VOCÊ PRECISA SABER


  • O alto consumo de carboidratos dos americanos os coloca em maior risco de muitos cânceres, especialmente o câncer de mama.
  • O fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1) e a insulina são culpados associados com a ingestão de carboidratos e câncer subjacente.
  • O IGF-1 promove a rápida replicação celular, reduzindo a morte celular programada normal, dois grandes fatores associados ao desenvolvimento do câncer.
  • Estudos mostram uma estreita relação entre o consumo de carboidratos, IGF-1 e o risco de câncer de mama.
  • Você pode reduzir os carboidratos e o risco de câncer relacionados com IGF-1 selecionando nutracêuticos adequados que reduzam a degradação de carboidratos e sua absorção.
  • Se você é um dos muitos que acham difícil reduzir carboidratos em sua dieta, é hora de pensar em alguns dos muitos suplementos dietéticos naturais que podem limitar a sua exposição a esses fatores de risco de câncer.


Como o IGF-1 Aumenta o Risco do Câncer de Mama

Os níveis séricos de IGF-1 estão associados com o risco de câncer da mama em mulheres na pré-menopausa, e quanto maior for o IGF-1, maior o risco.6, 13 Estudos mostram este aumento do risco sendo entre 60 a 86%, em comparação às mulheres com níveis mais baixos. Para as mulheres na pré-menopausa com 50 anos ou mais jovens, este aumento do risco aumenta para 150%.14, 15

Alguns estudos demonstram, entretanto, um aumento de 38% no risco de câncer de mama em mulheres com mais de 50 anos com altas concentrações de IGF-1.16, 17

O IGF-1 tem um forte impacto sobre o câncer de mama porque duas de suas funções, promover o crescimento de tecidos e suprimir a morte celular programada (apoptose), são características de células malignas. As ações do IGF-1 são necessárias para o crescimento e desenvolvimento durante a infância.18 Mas em adultos, maiores níveis de IGF-1 podem causar problemas, incluindo o aumento do risco de câncer e reduzindo a longevidade.19

O IGF-1 é uma hormônio protéico semelhante em estrutura à insulina.20 É um fator de crescimento envolvido no desenvolvimento da glândula mamária normal e promove a proliferação, crescimento e reprodução de células saudáveis e, assim, ajuda no desenvolvimento da glândula mamária corretamente.21

Nos adultos, o aumento do consumo de carboidratos parece aumentar a produção de IGF-1 e aumenta o risco de câncer.19, 22 Nas crianças, o IGF-1 parece ser mais vantajoso, uma vez que a rápida replicação celular e a sobrevivência celular é desejada.20, 23  Além de estimular o crescimento e a divisão celular, o IGF-1 parece suprimir a apoptose24, 25, um dos vários mecanismos de defesa do corpo contra o câncer. Quando este mecanismo de proteção falha, células anormais, pré-cancerosas sobrevivem e se reproduzem, em vez de serem naturalmente removidas do tecido saudável.14, 26

Estes dois mecanismos – promoção do crescimento e apoptose diminuída – são características de células malignas. É por isso que altos níveis de IGF-1, com a sua capacidade de promover o crescimento de tecidos e suprimir a apoptose, são um potente promotor de câncer.14, 22, 27 Pesquisas de laboratório mostram que quando as células mamarias em desenvolvimento estão expostas a altos níveis de IGF-1, isso faz com que as células formem grandes massas esféricas com atividade proliferativa sustentada, alterações anormais sugestivas de carcinogênese.21

O IGF-1 pode promover o câncer através de seus efeitos locais sobre tipos específicos de células. Para piorar as coisas, os cânceres que se desenvolvem sob o estímulo do IGF-1 são muitas vezes resistentes à quimioterapia e radiação.28, 29 Evidências recentes sugerem que o IGF-1 e o estrogênio trabalham juntos para promover o câncer no tecido mamário humano.30 

Como a Inibição do IGF-1 Reduz o Risco de Câncer


Por si só, o IGF-1 não é um problema. Como a maioria das moléculas de sinalização, o IGF-1 exerce ações específicas sobre células apenas quando se liga a receptores específicos de IGF-1. Receptores de IGF-1 são encontrados em muitos tecidos. Este aumento de IGF-1 e expressão de receptores de sinalização são reconhecidos como um fator de câncer de mama que se tornam resistentes ao tratamento.29

Os níveis dos receptores de IGF-1 são mais elevados em outros tipos de câncer, bem como o câncer de próstata. Alto IGF-1, juntamente com os níveis reduzidos da principal proteína de ligação IGF-BP3 (proteína de ligação ao fator de crescimento semelhante a insulina 3) no sangue predispõem os homens para desenvolver de câncer da próstata.31 Tal como acontece com os cânceres de mama, o aumento da sinalização do IGF-1 está associado com cânceres de próstata que se tornam independentes do controle hormonal. Isto os torna muito mais difíceis de tratar com terapias anti-hormonais convencionais.32

Felizmente, em estudos que utilizaram moléculas de anticorpos para inibir a ligação de IGF-1 aos receptores de IGF-1, vários fatores necessários para a progressão do câncer foram inibidas, incluindo a síntese de proteínas, o crescimento e sobrevivência celular.33 Ampliando este ponto, as pessoas com deficiência congênita de IGF-1 têm taxas de câncer reduzidas significativamente.19

Além disso, a pesquisa mostra que o antidiabético metformina (que tem múltiplos benefícios de promoção da saúde) suprime a sinalização do IGF-1 em cultura de células de câncer pancreático humano.34

A pesquisa mostrou que as mulheres com plasma de IGF-1 inferior a 120 ng/ml são muito mais propensas a sobreviverem ao câncer de mama.35 De fato, a redução dos níveis plasmáticos de IGF-1 é agora recomendada para35:

  • Reduzir o risco de desenvolver câncer de mama em mulheres de alto risco,
  • Diminuir a progressão do câncer de mama em pacientes nos estágios iniciais de sua doença,
  • Reduzir o risco de recorrência do câncer de mama, e
  • Aumentar a probabilidade de sobreviver ao câncer de mama.

Por estas razões, a indústria farmacêutica está intensamente tentando descobrir drogas que inibem a ligação do IGF-1 ou a sinalização do receptor para usar contra uma variedade de cânceres, embora até hoje muitos destes resultados tenham sido ruins.26, 36-39

Felizmente, existem várias formas naturais para reduzir os danos causados pelo IGF-1.


TABELA 1: NUTRIENTES QUE PROTEGEM SEU CORPO DO EXCESSO DE CARBOIDRATOS E AUMENTO DOS NÍVEIS DE IGF-1

Nutrientes
Mecanismo
Impacto na Exposição ao Carboidrato
Impacto no Sistema IGF-1/Insulina
L-arabinose43-45
Inibe a sacarase intestinal (enzima que quebra a sacarose em frutose e glicose)
Retarda a absorção intestinal  de carboidratos; diminui a glicemia
Reduz os níveis de insulina; reduz a resistência à insulina
Cromo46-50
Potencializa a ação da insulina
Diminui a glicemia; melhora a tolerância à glicose
Aumenta a sensibilidade à insulina; reduz os níveis de insulina
Café51-54
Desregula os genes envolvidos na produção de gordura e inflamação; estimula a atividade do transportador de glicose
Reduz a glicemia
Melhora a resistência à insulina; os níveis de IGF-1 são menores em mulheres que bebem café
Irvingia Gabonensis (Manga Africana; Dikanut)55-60
Reduz os níveis de enzimas que digerem carboidratos intestinais; regula negativamente a produção de gordura
Reduz a absorção de glicose e a glicemia
Diminui o peso corporal, um contribuinte para o elevado IGF-1
Extrato de folha de amora61-68
Reduz os níveis de enzimas que digerem carboidratos intestinais; suporta o transportador de glicos GLUT4
Reduz a absorção de carboidratos; diminui a glicemia
Suprime ganho de peso; reduz a resistência à insulina
Phaseolus vulgaris (feijão branco) e outros extratos de leguminosas69-72
Reduz os níveis de enzimas que digerem carboidratos intestinais
Retarda a digestão de carboidratos; suprime a fome/aumenta a saciedade; reduz a glicemia
Reduz os níveis de insulina
Floridzina73-75
Bloqueia proteínas transportadoras que reabsorvem glicose a partir do intestino e rins
Diminui a glicemia
Normaliza a tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina
Extratos de Alga (Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus)76, 77
Reduz os níveis de enzimas que digerem carboidratos intestinais
Parece reduzir a glicemia pós-refeição
Melhora a sensibilidade à insulina; reduz os níveis de insulina
Sorgo10, 78, 79
Ativa o sensor metabólico PPAR-gama; podem inibir a resistência à insulina
Retarda a digestão do amido; reduz a glicemia
Melhora a sensibilidade à insulina; reduz os níveis de insulina
Transglucosidase80-84
Converte açúcares e carboidratos facilmente digeridos em moléculas de oligossacarídeos mais difíceis de digerir; melhora a microbiota intestinal associada a menores índices de diabetes e de câncer
Retarda a digestão e absorção de carboidratos; impede o aumento da glicemia pós-refeição
Reduz os níveis de insulina

Reduza a Exposição do Seu Corpo aos Carboidratos e IGF-1


A maneira mais direta de reduzir a exposição do seu corpo aos carboidratos que induzem a atividade do IGF-1 e seu relacionado risco de câncer é comer uma dieta que contém menos carboidratos e açúcares simples. No entanto, este é um desafio para muitas pessoas, especialmente aquelas que também estão tentando reduzir o consumo de proteínas animais e gorduras.40 Da mesma forma, você pode diminuir a exposição total à quebra dos carboidratos consumindo uma dieta rica em fibras (que não é facilmente quebrada pelo intestino); mas, novamente, dietas ricas em fibras podem ser desagradáveis e desconfortávisl para muitas pessoas.40

Uma opção mais palatável e prática para reduzir a exposição aos carboidratos é a utilização de nutrientes específicos que limitam ou diminuem a quebra do amido no intestino, que por sua vez reduz os níveis de açúcar no sangue e níveis de insulina.40 Ao reduzir estes níveis, você pode "diminuir o volume" do sistema IGF-1 e ter mais controle de seu risco dietético para o câncer.23, 41, 42

A Tabela 1 apresenta exemplos de alguns dos nutrientes conhecidos por serem mais eficaz na redução da exposição do seu corpo aos carboidratos excessivos na dieta, potencialmente modular os níveis de IGF-1 e insulina.

Como você pode ver na Tabela 1, há muitas opções para ter o controle da exposição do seu corpo ao excesso de carboidratos. Note que estes produtos atuam por diferentes mecanismos; este é um fator crítico e amplamente reconhecido na eficácia destes suplementos naturais.


IGF-1, insulina, de Restrição de Calorias e a Expectativa de vida


Estudos mostram que a redução da insulina e da sinalização do IGF-1 não só diminui o risco de câncer85. Estudos mostram que seres humanos com deficiências genéticas em fatores de crescimento, incluindo o IGF-1, são relatados para ter maior expectativa de vida.19, 86-89


Alguns pesquisadores acreditam que um dos motivos da restrição de calorias ser tão eficaz em prolongar a vida é porque provoca uma redução da insulina/sinalização de IGF-1, parte do qual envolve a redução do risco de câncer.90, 91 Isto é suportado pela observação recente de que a combinação da inibição do IGF-1 com a restrição calórica em animais com câncer produziu uma redução significativa no peso do tumor.92


Resumo

Muitas pessoas têm evitado as proteínas e gorduras animais em direção a uma dieta mais rica em carboidratos como um esforço para melhorar a sua saúde e longevidade.

Infelizmente, as dietas ricas em carboidratos, especialmente açúcares e amidos refinados, aumentam o risco de câncer. Isto é, em parte, devido aos níveis mais elevados de IGF-1, um fator de crescimento que promove a replicação celular e retarda a morte celular programada – dois dos principais componentes do desenvolvimento de câncer.

Altos níveis de IGF-1 estão fortemente associados com câncer de mama e talvez outros. Além disso, os tumores promovidos por IGF-1 são mais propensos do que outros tumores a serem resistentes a tratamentos hormonais convencionais, aumentando a necessidade da quimioterapia mais tóxica.

Você pode ajudar a controlar os níveis de IGF-1 através da restrição da ingestão de carboidratos refinados (amido branco) e aumento da ingestão de fibra. Muitas pessoas acham essas intervenções dietéticas difíceis de sustentar.

Uma alternativa para essas mudanças na dieta é usar fórmulas de suplemento natural que reduzem a capacidade dos carboidratos da dieta em alcançar sua corrente sanguínea, diminuindo assim o açúcar no sangue, melhorando a sensibilidade à insulina e, potencialmente, reduzindo a produção do corpo de promotores de câncer de IGF-1.

Vários desses suplementos existem em fórmulas com vários ingredientes, proporcionando, assim, o um largo espectro de mecanismos de modulação do açúcar no sangue. Ao escolher um regime de fórmula de suplemento adequado a ser tomado antes das refeições com carboidratos – e contendo amido –  você pode reduzir os riscos de câncer associados com glicose elevada no sangue, insulina e IGF-1.


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Sobre o autor

Mineiro de Teófilo Otoni, morador de Belo Horizonte. Gosto muito de comer, e depois de alguns anos chafurdando na comilança de bobagens, decidi tomar tento e passar a comer comida de verdade. Descobri o modo de alimentação paleo/LCHF em meados de 2010, mas só comecei a por em prática em fevereiro/2013.

Hoje, sou mais feliz - e os exames de laboratório estão TODOS melhores :-D

Acompanhe minha trajetória em fotos aqui.

Aviso!

Este blog é composto por minhas opiniões pessoais, baseadas em auto-experimentação com dieta paleo, e também por artigos traduzidos - estes produzidos por estudiosos do assunto. As opiniões expressas aqui, minhas ou de outros autores, não podem substituir as de seu médico. O que funciona bem para mim, pode não funcionar para outras pessoas. Se você escolher seguir alguma das opiniões aqui publicadas, faça-o com o conhecimento do seu médico!

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