Sem laticínios e oleaginosas - 4 semanas

Cheguei à 4 semana sem percalços... A vontade de comer queijo, que no início eu achava que ia me matar, não se concretizou. Para acompanhar o vinho, no período, comi azeitonas e carne.

Senti um pouco mais de falta das oleaginosas. Todo dia olhava para o pote de nozes e as imaginava dentro do bolinho :-) Ainda assim, passei bem somente com as passas e damascos misturadas à massa.

Em resumo, a dificuldade do processo foi baixa. Hoje vou comer queijo no almoço ou no jantar, e reporto os resultados amanhã :-D

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2 comentários

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10 de fevereiro de 2014 12:52 ×

o que "sentiu" de melhora sem os laticínios e castanhas?
disposição, alerta, o que vc poderia dizer?
abraços
ps. vou fazer uma semana sem lacteos começando de hj..

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Teimosia
admin
10 de fevereiro de 2014 14:59 ×

Olá, Leonardo

Na última semana apenas, perdi mais peso... Não diminuí a ingesta, e aumentei as sessões de malhação apenas levemente. Mas não tem como afirmar que foi efeito dessa ausência de laticínios e castanhas.

Um dos sintomas que eu queria testar de possível alergia, era umas lesões na pele que tenho desde criança. Elas aparecem e desaparecem misteriosamente, e enquanto estão abertas, coçam muito. Geralmente trato com corticóide. Alguns dermatologistas classificam de desidrose leve, mas eu tinha esperança de ser intolerância a lactose/caseína.

Pelo jeito, não é isso :-)

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Sobre o autor

Mineiro de Teófilo Otoni, morador de Belo Horizonte. Gosto muito de comer, e depois de alguns anos chafurdando na comilança de bobagens, decidi tomar tento e passar a comer comida de verdade. Descobri o modo de alimentação paleo/LCHF em meados de 2010, mas só comecei a por em prática em fevereiro/2013.

Hoje, sou mais feliz - e os exames de laboratório estão TODOS melhores :-D

Acompanhe minha trajetória em fotos aqui.

Aviso!

Este blog é composto por minhas opiniões pessoais, baseadas em auto-experimentação com dieta paleo, e também por artigos traduzidos - estes produzidos por estudiosos do assunto. As opiniões expressas aqui, minhas ou de outros autores, não podem substituir as de seu médico. O que funciona bem para mim, pode não funcionar para outras pessoas. Se você escolher seguir alguma das opiniões aqui publicadas, faça-o com o conhecimento do seu médico!

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